quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Vladimir Komarov o Homem que caiu do Espaço

Komarov era piloto de testes da Força Aéreaengenheiro aeroespacial e se tornou cosmonauta em 1960, no primeiro grupo de homens selecionados para o programa espacial soviético, junto com Yuri Gagarin e Gherman Titov, os dois primeiros homens em órbita da Terra.
Um dos mais experientes e qualificados candidatos aceitos no primeiro grupo de cosmonautas soviéticos, ele foi a princípio declarado sem condições de saúde para continuar no programa, mas sua perseverança, inteligência e qualificações como engenheiro, o permitiram continuar a ter um papel ativo. Ele subiu ao espaço pela primeira vez em 1964, comandando a nave Voskhod 1, em companhia dos cosmonautas Boris Yegorov e Konstantin Feoktistov , no primeiro voo ao espaço de uma nave com mais de um tripulante.
Restos mortais de Vladimir Komarov, o homem que caiu do Espaço.

Em 1967 ele realizou seu segundo voo espacial, desta vez sozinho na nova nave Soyuz 1, um voo repleto de problemas em órbita[1] e que terminou em tragédia na reentrada na atmosfera, quando o pára-quedas principal de freio da cápsula não abriu e ela se espatifou e explodiu no solo, matando Komarov.
Pouco antes do impacto, o premier soviético Alexei Kossygin disse a Komarov que seu país estava orgulhoso dele. Um posto de escuta da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, em IstambulTurquia, revelou que a resposta de Komarov foi inaudível,[2] apesar dos persistentes rumores, na época, de que ele morreu maldizendo os construtores da nave e o controle de terra.[3]
Desde sua morte, começaram a aparecer notícias de que a nave Soyuz tinha problemas de concepção e funcionamento desde o início e não estaria em condições de realizar uma missão espacial tripulada, mas apesar das objeções dos engenheiros do programa espacial o voo teria acontecido por pressões de líderes políticos soviéticos, que desejavam uma grande missão espacial em comemoração do aniversário de nascimento de Lênin.[4]

Soviet_Union-1964-stamp-Vladimir_Mikhailovich_Komarov

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

CORÉIA DO NORTE OU CORÉIA DA MORTE ?

Diante das instabilidades na Ásia e Oriente Médio muito se fala e se especula em torno de um iminente conflito militar que resultaria em uma terceira Guerra Mundial. Nessas especulações e discussões alguns analistas se perdem em meio à suas observações.

Vou dar aqui uma receita para que possamos filtrar ao máximo os objetos de análise de forma que alcancemos um panorama mais próximo do real.

No Sistema Internacional a existência de várias causas, cada uma delas potencialmente suficientes, irá retratar uma situação chamada sobredeterminada.

Se a Primeira Guerra Mundial pôde ser considerada sobredeterminada, significa que ela era inevitável? A resposta é não, a guerra não era inevitável até que culminou em 1914. Mesmo não sendo inevitável ela ainda perdurou por longos quatro anos de carnificina.

Para entender o Gênesis de uma guerra vamos determinar aqui três tipos de causas no que diz à proximidade no tempo referente por exemplo à primeira Guerra Mundial, são elas:

1- Causas Profundas
2- Causas Intermediárias
3- Causas precipitantes

Estudo de Casos
Utilizando uma analogia, Como se acendem as luzes de sua sala ?

A causa profunda = Thomas Edson descobriu como distribuir a eletricidade;
A causa intermediária = Alguém fez a instalação elétrica da casa;
A causa precipitante = interruptor ser acionado.

Outra analogia é acender uma fogueira.

A causa profunda = As lenhas;
A causa intermediária = Gravetos e papel;
A causa precipitante = Acender o fósforo.

Vejamos agora a Primeira Guerra Mundial.

A causa profunda = Força Alemã, Alianças Bipolar, Nacionalismo, Queda de Impérios;
A causa intermediária = Política Alemã, o aumento da complacência em relação à paz, peculiaridades dos Líderes da época;
A causa precipitante = Assassinato de Francisco Ferdinando em Sarajevo.

Olhando para o passado, tudo parece inevitável. No caso da Primeira Guerra, se o assassinato não tivesse acontecido, outro fator causal precipitante teria causado a guerra.

Dizem que as causas precipitantes são como metrô - elas chegam a cada dez minutos.

Vejamos agora sobre uma guerra envolvendo as Coreias, quais seriam esses fatores para startar o conflito?

A causa profunda = Desenvolvimento do poderio Nuclear Norte Coreano, Proporcionalmente o país mais militarizado do Mundo;
A causa intermediária = Exercícios militares conjuntos entre Coréia do Sul e EUA na região, testes nucleares por parte da Coréia do Norte, lançamento de mísseis balísticos, alteração no Equilíbrio de Poder.
A causa precipitante = Um ataque Nuclear da Coréia do Norte ou nos EUA ou na Coréia do Sul



Configurada a equação acima nós podemos prospectar o que vêm por ai.

Abraços.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Panorama brasilis

     Diante da atual crise institucional brasileira é preciso unir o País, e essa união jamais vai, na conjuntura de nossa existência, se unir novamente nos próximos vinte ou trinta anos.

     Recentemente vimos o congresso nacional criar uma emenda que proíbe a expansão dos gastos com saúde, com educação, com previdência social nos próximos vinte anos, e isso sem consultar ninguém, e o país vai começar a sofrer com essas medidas daqui um ou dois anos. 

      É uma regra que protege toda dinheirama que vai para os bancos, que vai para as dez famílias mais ricas do país, que é a plutocracia, o baronato brasileiro, e deixa constrangido todas as outras despesas que é o conjunto das despesas da população.

      A crise possui explicações mais complexas do que simplesmente as mazelas realizadas pelo PT, o nosso padrão de felicidade está relacionado equivocadamente à um padrão de consumo, o Brasil possui hoje um padrão de consumo do qual nós não somos capazes de produzi-lo, e nós vínhamos pagando esse negócio vendendo matéria prima barata, que é minério de ferro, que é petróleo bruto, que é soja que é milho, que têm um pouco mais de valor porque é comida, mais de qualquer forma é barato, mais caros são os novos materiais derivados da soja. 
      
      Quando o Lula tomou posse por exemplo, nós vendíamos uma tonelada de minério de ferro por $ 190.00 dólares, depois chegamos a vender por $ 38.00. O petróleo quando fizemos a lei do pré-sal era $ 120 dólares o barril, depois chegamos a vender por $ 30.00. Então quando caíram os preços das comodities por uma questão internacional na crise de 2008, na época a China retraiu grandemente seu crescimento e teve uma fratura exposta, ao invés de tomarmos medidas impopulares o governo partiu para a marquetagem...para a mentira.

      No dia que fizeram essa emenda, eles deram um super aumento pro judiciário, pro ministério público, enfim mas não pode se fazer isso sacrificando o  mais pobre e aumentando pro mais rico. O sacrifício têm que ser proporcional e equitativamente para todos. Isso é o que o Temer está fazendo, dando para os grandes e tirando dos pequenos.

Abraços.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Prefácio do Livro Gestão de Tráfego -

Pessoal neste post estou disponibilizando o prefácio do Livro GT, disponível na amazon aqui. O mesmo foi escrito por Alexandre Vieira Soares, meu grande amigo e irmão.

Abraço.

Às vezes, ao avaliar a importância de uma obra, não percebemos os traços pessoais de seu criador. Em outros casos, a integração estreita entre as experiências e as ideias de uma pessoa reforça o poder das mensagens.
Em Gestão de Tráfego, Eduardo, ao mesmo tempo em que rompe com o tradicional (apresenta sua obra em forma de livro blog, que tem como característica estrutural a ausência de capítulos e de sequência textual), prima por ensejar reflexões sob os mais diversos temas do dia-a-dia, especialmente os relacionados com sua vida acadêmica (Relações Internacionais) e profissional (Transporte/Logística).
O livro possui artigos curtos e de leitura leve e rápida, publicados em seu blog (gestaodetrafego.blogspot.com) ao longo dos anos, que ressaltam e evidenciam conhecimento, princípios e valores, saudades, relacionamento humano, esperança e visão crítica do mundo contemporâneo, simbolizando o reflexo vivo de épocas e vivências do autor, traduzidas através de sua observação crítica.
Alguns temas pontuais, por se referirem a situações passadas, podem inicialmente levar o leitor a ter uma percepção de parecerem ultrapassados, mas logo essa lógica é superada ao recordamos a premissa clássica de que “a história se repete”, que a vida é uma sucessão de ciclos, e que existem fatos e opiniões que merecem sua permanência para a posteridade, o que normalmente não ocorre em matérias publicadas em outras mídias, como jornais e revistas.
Ao delinear o escopo da temática de Gestão de Tráfego, Eduardo abordou os mais variados assuntos: geopolítica, história, economia, filosofia, ideologia, astronomia, religião e sobretudo logística/transporte, entre outros que acompanham o ser humano desde épocas remotas, sempre com a expectativa – associada a princípios atemporais – de provocar no leitor as devidas reflexões à medida que este vai se envolvendo com os temas.
Algumas pessoas podem pensar que não precisam deste livro – e é bem provável que isso seja verdade, já que muitos ignoram os temas envolvidos. No entanto, conheço outras que leram o livro e se beneficiaram ao dedicar algum tempo à absorção das mensagens.
Posso garantir, com base na convivência com o autor (meu irmão e melhor amigo), que Eduardo deu o melhor de si para ser honesto em relação ao que aprendeu com a vida, e diante à grandeza de gestos ele maximiza toda e qualquer pretensão de estimular a reflexão interativa com os leitores.
Para Eduardo, escrever é conversar consigo mesmo e com os outros. É um aprendizado que contribui para repensar as certezas e estimula a atitude tolerante com o pensamento divergente.
Desejo a você uma boa leitura, recheada de reflexões!

Alexandre V. Soares
Engenheiro Civil
Servidor Público do Estado do Espírito Santo


“Existem nas recordações de todo homem coisas que ele só revela aos amigos. Há outras que não revela mesmo aos amigos, mas apenas a si próprio, e assim mesmo em segredo. Mas também há, finalmente, coisas que o homem tem medo de desvendar até a si próprio...” (Dostoiévski)

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Supply Chain Perspectives

In this post, all I want to do is introduce some concepts of Supply Chain Management and Logistics.
But first, let's talk about some supply chains for a few different products.

And so what I'm showing here are four very different products that you would think have very different supply chains.

We have bananas being sold in a U.S. grocery store, we have an integrated ignition assembly, we have women's pumps and we have a bunch of bags of cement-- of concrete.

So if you look at these, you'd think, wow! There's nothing that could be similar in these supply chains.

And the interesting thing about supply chain management is that every product has a story, and every product is part of multiple supply chains.

So everything you touch-- and most things you don't—flow through some kind of supply chain somewhere in the world.

"It's very, very rare where you can think of an item that gets created, manufactured, or grown, and consumed in the exact same place, at the exact same time."

You need to have supply chains to overcome the tyranny of time and space. And that's what supply chains do. But again, you look at these four very different products, and what's interesting is there's a lot of similarities you might not think about.

So if I look at the bananas up here in the top left, and compare that to the shoes, you can think about perishability. Because, yes, bananas will spoil over time, but so will women's shoes. Style is very fickle. So what's in for this season will not be in for too long.

So the idea of perishability, how long something will stay fresh and able to be sold at its normal standard price, is something that is not just about fruit, it's about many other fashion items.
Then you can think about sourcing.

You don't have a lot of choice of where you can source cement, or for where you can source bananas. I can't grow bananas up here in Vila Velha. I could try in a greenhouse but it'd be very, very expensive.

You can't mine for cement where it doesn't already exist. So sometimes your product is tied to a sourcing location that you cannot change.

Then you could think of products that are single-- individual items like bananas, there's really only one part to the banana, or the cement--while there are many chemicals you might put in there as additives.

But you look at products like this ignition and the shoe.
They're made up of components. And it could be that those components are not made by you, but by someone else. And therefore, you're part of a larger supply chain. And finally, you can look at who you sell to.

For shoes, you're selling to a consumer. A woman is probably buying these and, who knows, maybe a guy.You never know. So someone is buying this as a consumer. Same thing with bananas.
It's a B to C, a business to consumer, business.

For these ignition assemblies, it's probably being sold to an auto manufacturer, or an original equipment manufacturer, or OEM. Same thing with these bags of cement. Chances are it's being sold to a construction company.

So if I look at these four different products, what's really interesting is that the same decisions are being made by the people managing those supply chains in each one of these products.
Now the values and the outcomes might differ, but they're all making the decisions of where can I source from?

Here we have the “Magics questions” of Supply Chain!
How much inventory do I hold?
How do I forecast my demand?
Where do I stock my inventory?
How do I move my product from source to final consumption?

And all those kind of things.

And the SCM discuss these concepts and methodologies that will allow you to plan supply chains for products as diverse as bananas, women shoes, automotive parts, cement, and everything in between.
So what are we going see on next posts?... Well, we're going to answer five big questions.
First is, what's a supply chain?

Then we're going to talk about the differences between logistics and supply chain management.
Then we're going to talk about different perspectives of how you can view supply chain management. Because it's a very new and evolving field, people have different perspectives, and it helps you to understand those.

I'll try to talk about the challenges that are faced in the supply chain. And then, finally, the last thing we'll do, is why should you care?
You guys can follow me here on linkedin or here on my blog.

Cheers.

Eduardo Vieira Soares

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Você sabia? 99% do que você têm já esteve em um caminhão!

Em um post anterior tratei sobre a importância do Frete e seu papel fundamental no mercado, agora vamos ver e se os caminhões parassem por completo e drasticamente?

...em 24 horas as entregas de medicamentos em uma área cessariam;Hospitais ficariam sem suprimentos básicos, como por exemplo...seringas; 

Postos de combustíveis ficariam sem abastecimento e a escassez de combustível conduziria à um aumento dos preços; 

O serviço de correios e de entregas rápidas seriam interrompidos, a entrega de alimentos seria comprometida

...em 2-3 Dias a escassez de alimentos aumentariam em virtude da busca de estocagem e pânico pelo consumidor; 

Caixas eletrônicos e agências bancárias ficariam impossibilitados de atender ao público;

Serviço de coleta de lixo interrompido causaria acumulo de lixos nas áreas urbanas;

Navios com containers ficariam parados nos portos comprometendo toda cadeia de Suprimento com rodovias e ferrovias desertas

...1ª Semana as viagens de automóveisnão existiriam devido à falta de combustível; 

A reserva de oxigênio nos hospitais começaria a exaurir

...2ª Semana O fornecimento de água potável seria interrompido

...4ª Semana Um colapso em toda cadeia de Supply Chain estaria instalado; 

Número de problemas na Saúde aumentaria devido ao enfraquecimento do sistema. 

Conclusão a Logística de fato move o mundo!

Abraço

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Novo Curso de Supply Chain Desing pelo MIT - Turbine seu Currículo

Supply Chain é o backbone da economia global. O Massachussets Institute of Technology - através da plataforma online MITx - está oferecendo seu mais novo curso na área de Supply Chain Management. Nele será aprofundado um entendimento sobre os designs de fluxo de produtos, fluxos financeiros e fluxos de informação na cadeia de suprimentos.

O Curso possui um enfoque essencial para quem está na carreira de SCM principalmente para as posições de Analista de Supply Chain, Gerente de operações e coordenador de Logística em particular.

O MIT considera essa demanda crescente no campo de SCM atualmente.

O Curso é free na plataforma EDX e ao final confere certificado verified ao custo de $150 doletas para aqueles que alcançarem a nota mínima requerida, abaixo segue link para matrícula.

MIT - Supply Chain design - Enrolling

Abraços